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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
O que significa Santa Ceia ou Ceia do Senhor ?
Creio que a maioria de nós sabe o que é a Santa Ceia. No entanto, neste artigo, darei alguns detalhes adicionais muito importantes para uma boa compreensão a respeito da Ceia do Senhor ou Santa Ceia como é também chamada.
Ela foi instituída por Jesus na noite em que Ele foi traído. Essa noite era o dia da páscoa judaica. “E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós.” (Lc 22. 19-20).
A Santa Ceia for ordenada por Jesus para que acontecesse por toda a posteridade como uma lembrança viva de Sua morte e sacrifício na cruz pelos nossos pecados. Por isso, até hoje a realizamos como um memorial.
Além de ser um memorial, a Ceia é um momento de comunhão da igreja e fortalecimento espiritual de cada membro do corpo de Cristo. Um momento único e especial.
Os católicos acreditam que, os elementos da Ceia (pão e vinho) se transformam no próprio corpo e sangue de Cristo no momento da Ceia, quando consagrados pelo sacerdote (doutrina chamada de transubstanciação). Nós cristãos reformados, rejeitamos esse pensamento, pois lhe falta embasamento bíblico. Os elementos permanecem da mesma substância que são. O fiel recebe fisicamente apenas o pão e vinho, mas espiritualmente e pela fé, recebe os benefícios da comunhão com Jesus Cristo.
A Santa Ceia não deve ser tomada de qualquer forma. A Bíblia nos orienta a examinarmos o nosso coração antes de participar. E é nesse exame que nos colocamos diante de Deus, reconhecendo o valor de Cristo e Sua obra, bem como, avaliando nossa vida, confessando pecados e tomando decisões de mudanças. Assim ficamos prontos para participar. “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si.” (1Co 11. 28-29)
Existe alguma confusão a respeito de quando a pessoa NÃO deve participar da Santa Ceia, principalmente por conta do texto de Paulo que diz das conseqüências de participar da Ceia indignamente. “Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor.” (1Co 11. 27).
Pr. Joel Ribeiro
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Os 07 Passos do Bom Samaritano
1º Passo - O samaritano sentiu compaixão do homem caído.
1. Não se trata de sentir pena de alguém que está sofrendo. Quem sente pena nada faz;
2. Mover-se de íntima compaixão é ter o amor despertado. Trata-se de alguém que ama e que quando tem uma oportunidade de demosntrar amor, não desperdiça essa oportunidade;
3. Cristo, à semelhança do Bom Samaritano, ao nos ver caído em nosso estado pecaminoso, moveu-se de íntima compaixão, uma vez que seu coração transbordava de amor pela humanidade. Por isso Ele agiu.
2º Passo - O samaritano desceu de sua cavalgadura
1. O orgulhoso não desce, sente nojo, se preocupa com o que as pessoas irão pensar sobre aquela atitude; 2. Não basta apensa dar uma ordem para que alguém faça, o importante é fazer;
3. Cristo, também, desceu... Atravessou todas as camadas inferiores deixando para trás toda a glória que O cercava... "Verbo se fez carne e habitou entre nós..."
3º Passo - O samaritano aproximou-se dele com atitude
1. É comum, em situações assim, alguém aproximar-se apenas para conferir se está vivo; para poder fazer alguma crítica; para obter informações mais precisas a fim de depois ter o que comentar...
2. O samaritano aproximou-se decidido a fazer alguma coisa por aquele homem;
3. À semelhança dele, Cristo desceu à terra com uma atitude definida. Ele sabia para o que tinha vindo; veio disposto a pagar o preço e a proceder ao resgate do homem caído.
4º Passo - O samaritano untou-lhe as feridas
1. Aquele homem era previnido, ele tinha óleo em sua bagagem e, com esse óleo untou as feridas a fim de proporcionar alívio imediato;
2. Quem ama tem sempre em sua bagagem um bálsamo para aplicar às feridas daqueles que sofrem as dores causadas pelo pecado e pelos traumas da vida, seja através de uma palavra , de um gesto, de um abraço...
3. Cristo tem o sublime bálsamo, o Espírito Santo, que mediante a aplicação por sua Palavra, alivia o sofrimento do coração desesperado e ferido por Satanás.
5º Passo - O samaritano colocou-o sobre sua cavalgadura
1. Que atitude digna de louvor. Aquele homem era um desconhecido, estava machucado, mal conseguia ficar sentado... Mas o Bom Samaritano o colocou sobre sua cavalgadura e seguiu a pé, provavelmente ao seu lado, para impedir que ele caísse pela estrada a fora;
2. Nós não merecíamos tanto amor... Mas, foi exatamente isto que o Senhor Jesus fez por nós!
3. "E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus" - Ef 2:6 .
6º Passo - O samaritano levou aquele homem a uma estalagem
1. Ele não o abandonou na entrada da cidade como se já tivesse feito um grande favor;
2. Ele o levou a um lugar onde pudesse se recuperar, com tratamento médico-hospitalar, com conforto e proteção contra o frio;
3. A Igreja é a estalagem para onde Cristo nos leva. Todo os que aceitam a Cristo como Salvador sentem necessidade de congregar. É o mover e a condução do Espírito Santo do pecador à estalagem.
7º Passo - O samaritano pagou a internação e garantiu pagar a diferença quando voltasse
1. Dois dias ficaram garantidos e a promessa de que qualquer gasto extra seria reembolsado quando ele retornasse; 2. Se um dia para Deus é como mil anos e mil anos como um dia, dois dias porventura não representam os dois mil anos que já se passaram desde que Cristo passou por aqui? 3. A promessa de sua vinda é confirmada nesta parábola.
1. Não se trata de sentir pena de alguém que está sofrendo. Quem sente pena nada faz;
2. Mover-se de íntima compaixão é ter o amor despertado. Trata-se de alguém que ama e que quando tem uma oportunidade de demosntrar amor, não desperdiça essa oportunidade;
3. Cristo, à semelhança do Bom Samaritano, ao nos ver caído em nosso estado pecaminoso, moveu-se de íntima compaixão, uma vez que seu coração transbordava de amor pela humanidade. Por isso Ele agiu.
2º Passo - O samaritano desceu de sua cavalgadura
1. O orgulhoso não desce, sente nojo, se preocupa com o que as pessoas irão pensar sobre aquela atitude; 2. Não basta apensa dar uma ordem para que alguém faça, o importante é fazer;
3. Cristo, também, desceu... Atravessou todas as camadas inferiores deixando para trás toda a glória que O cercava... "Verbo se fez carne e habitou entre nós..."
3º Passo - O samaritano aproximou-se dele com atitude
1. É comum, em situações assim, alguém aproximar-se apenas para conferir se está vivo; para poder fazer alguma crítica; para obter informações mais precisas a fim de depois ter o que comentar...
2. O samaritano aproximou-se decidido a fazer alguma coisa por aquele homem;
3. À semelhança dele, Cristo desceu à terra com uma atitude definida. Ele sabia para o que tinha vindo; veio disposto a pagar o preço e a proceder ao resgate do homem caído.
4º Passo - O samaritano untou-lhe as feridas
1. Aquele homem era previnido, ele tinha óleo em sua bagagem e, com esse óleo untou as feridas a fim de proporcionar alívio imediato;
2. Quem ama tem sempre em sua bagagem um bálsamo para aplicar às feridas daqueles que sofrem as dores causadas pelo pecado e pelos traumas da vida, seja através de uma palavra , de um gesto, de um abraço...
3. Cristo tem o sublime bálsamo, o Espírito Santo, que mediante a aplicação por sua Palavra, alivia o sofrimento do coração desesperado e ferido por Satanás.
5º Passo - O samaritano colocou-o sobre sua cavalgadura
1. Que atitude digna de louvor. Aquele homem era um desconhecido, estava machucado, mal conseguia ficar sentado... Mas o Bom Samaritano o colocou sobre sua cavalgadura e seguiu a pé, provavelmente ao seu lado, para impedir que ele caísse pela estrada a fora;
2. Nós não merecíamos tanto amor... Mas, foi exatamente isto que o Senhor Jesus fez por nós!
3. "E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus" - Ef 2:6 .
6º Passo - O samaritano levou aquele homem a uma estalagem
1. Ele não o abandonou na entrada da cidade como se já tivesse feito um grande favor;
2. Ele o levou a um lugar onde pudesse se recuperar, com tratamento médico-hospitalar, com conforto e proteção contra o frio;
3. A Igreja é a estalagem para onde Cristo nos leva. Todo os que aceitam a Cristo como Salvador sentem necessidade de congregar. É o mover e a condução do Espírito Santo do pecador à estalagem.
7º Passo - O samaritano pagou a internação e garantiu pagar a diferença quando voltasse
1. Dois dias ficaram garantidos e a promessa de que qualquer gasto extra seria reembolsado quando ele retornasse; 2. Se um dia para Deus é como mil anos e mil anos como um dia, dois dias porventura não representam os dois mil anos que já se passaram desde que Cristo passou por aqui? 3. A promessa de sua vinda é confirmada nesta parábola.
O PAI DO FILHO PRÓDIGO
A PARÁBOLA DO FILHO PRÓDIGO É UM DOS TEXTOS MAIS COMOVENTES E EDIFICANTES DA BÍBLIA. ELA NOS MOSTRA COMO DEUS EM SUA SANTIDADE SE RELACIONA COM O SIMPLES HOMEM MORTAL.
1) NO CONFLITO DO FILHO PRÓDIGO COM O IRMÃO TEMOS O RETRATO DO NOSSO DILEMA
1.1 A AVENTURA E A FIDELIDADE A DEUS
2) NA CENA DO FILHO PRÓDIGO QUE PASSA FOME
2.1 TEMOS O RETRATO DE NOSSA MISÉRIA QUANDO ESTAMOS AFASTADOS DE DEUS
3) E NO ABRAÇO ACOLHEDOR QUE O PAI DÁ NO FILHO QUE VOLTA PRA CASA
3.1 TEMOS A MENSAGEM DO AMOR INCONDICIONAL DO AMOR DE DEUS
4)A PARÁBOLA ENSINA UMANOVA IMAGEM DE DEUS
4.1 A EXPERIÊNCIA DE FÉ DE JESUS PERMITIU QUE ELE CHAMASSE DEUS DE PAI
4.2 TIRANDO DE DEUS, AQUELE AR DE ÁUSTERO E DISTANTE
4.3 O DEUS DA BÍBLIA É UM PAI AMOROSO QUE DISCIPLINA, MAS AMA O PERDÃO
5) A PARABOLA TAMBÉM ENSINA UMA NOVA IMAGEM DO PAI
5.1 ALICERÇARDA NO PERDÃO, NO AMOR INCONDICIONAL E NO ABRAÇO
5.2 ESSE PAI ZELA NA DISCIPLINA, MAS NÃO CONFUNDE COM VIOLÊNCIA E AGRESSIVIDADE
5.3 ESSE PAI COLOCA LIMITES, MAS NÃO OS CONFUNDE COM RESTRIÇÃO DE LIBERDADE
5.4 É UM PAI QUE AS VEZES SE FECHA E DIZ NÃO, MAS QUE TAMBÉM ARRISCA CONFIAR, ABRE OS BRAÇOS E SOLTA O FILHO
CONCLUSÃO:
SE O FILHO PRÓDIGO TIVESSE MEDO DO PAI, COMO PODERIA VOLTAR PARA CASA?
ENTÃO QUE TAL UM ABRAÇO?
QUANDO O SEU FILHO CHEGAR EM CASA?
TENHA ELE 05 OU 50 ANOS.
COLOQUE A MÃO NA CABEÇA DELE E DIGA: DEUS TE ABENÇÕE MEU FILHO
Os 07 Passos do Bom Samaritano
1º Passo - O samaritano sentiu compaixão do homem caído.
1. Não se trata de sentir pena de alguém que está sofrendo. Quem sente pena nada faz;
2. Mover-se de íntima compaixão é ter o amor despertado. Trata-se de alguém que ama e que quando tem uma oportunidade de demosntrar amor, não desperdiça essa oportunidade;
3. Cristo, à semelhança do Bom Samaritano, ao nos ver caído em nosso estado pecaminoso, moveu-se de íntima compaixão, uma vez que seu coração transbordava de amor pela humanidade. Por isso Ele agiu.
2º Passo - O samaritano desceu de sua cavalgadura
1. O orgulhoso não desce, sente nojo, se preocupa com o que as pessoas irão pensar sobre aquela atitude;
2. Não basta apensa dar uma ordem para que alguém faça, o importante é fazer;
3. Cristo, também, desceu... Atravessou todas as camadas inferiores deixando para trás toda a glória que O cercava... "Verbo se fez carne e habitou entre nós..."
3º Passo - O samaritano aproximou-se dele com atitude
1. É comum, em situações assim, alguém aproximar-se apenas para conferir se está vivo; para poder fazer alguma crítica; para obter informações mais precisas a fim de depois ter o que comentar...
2. O samaritano aproximou-se decidido a fazer alguma coisa por aquele homem;
3. À semelhança dele, Cristo desceu à terra com uma atitude definida. Ele sabia para o que tinha vindo; veio disposto a pagar o preço e a proceder ao resgate do homem caído.
4º Passo - O samaritano untou-lhe as feridas
1. Aquele homem era previnido, ele tinha óleo em sua bagagem e, com esse óleo untou as feridas a fim de proporcionar alívio imediato;
2. Quem ama tem sempre em sua bagagem um bálsamo para aplicar às feridas daqueles que sofrem as dores causadas pelo pecado e pelos traumas da vida, seja através de uma palavra , de um gesto, de um abraço...
3. Cristo tem o sublime bálsamo, o Espírito Santo, que mediante a aplicação por sua Palavra, alivia o sofrimento do coração desesperado e ferido por Satanás.
5º Passo - O samaritano colocou-o sobre sua cavalgadura
1. Que atitude digna de louvor. Aquele homem era um desconhecido, estava machucado, mal conseguia ficar sentado... Mas o Bom Samaritano o colocou sobre sua cavalgadura e seguiu a pé, provavelmente ao seu lado, para impedir que ele caísse pela estrada a fora;
2. Nós não merecíamos tanto amor... Mas, foi exatamente isto que o Senhor Jesus fez por nós!
3. "E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus" - Ef 2:6 .
6º Passo - O samaritano levou aquele homem a uma estalagem
1. Ele não o abandonou na entrada da cidade como se já tivesse feito um grande favor;
2. Ele o levou a um lugar onde pudesse se recuperar, com tratamento médico-hospitalar, com conforto e proteção contra o frio;
3. A Igreja é a estalagem para onde Cristo nos leva. Todo os que aceitam a Cristo como Salvador sentem necessidade de congregar. É o mover e a condução do Espírito Santo do pecador à estalagem.
7º Passo - O samaritano pagou a internação e garantiu pagar a diferença quando voltasse
1. Dois dias ficaram garantidos e a promessa de que qualquer gasto extra seria reembolsado quando ele retornasse;
2. Se um dia para Deus é como mil anos e mil anos como um dia, dois dias porventura não representam os dois mil anos que já se passaram desde que Cristo passou por aqui?
3. A promessa de sua vinda é confirmada nesta parábola.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Piercing e Tatuagem
Os jovens da igreja de hoje estão se deixando influenciar pelo modismo do mundo. Alguns dizem que é necessário para evangelizar as pessoas, outros dizem que a igreja precisa mostrar que não é radical e ainda escutamos diversos absurdos.
Esse texto traz como tema principal o Piercing. Esta indumentária para o corpo surgiu na Índia há bastante tempo. Sua função é trazer mais um adorno, uma diferenciação, uma certa forma de beleza estética. Porém eles têm um significado diferente para cada parte do corpo.
Todos os Piercings são dedicados a deuses e/ou ídolos regionais e territoriais. A partir do momento que você coloca um Piercing em seu corpo está aberta a porta para atuação demoníaca, mesmo que você não queira ou não saiba que isso vai acontecer.
O diabo não está nem um pouco interessado em saber qual é a sua intenção, ele não quer saber se você sabe ou não o significado do que você está fazendo; ele apenas usa suas artimanhas para se apoderar da sua vida.
Portanto, vou explicar um pouco dos significados dos Piercings nas partes do corpo mais comumente utilizadas para sua colocação.
O Piercing colocado no nariz significa DOMÍNIO e seu sentido no mundo espiritual é uma distorção do caráter e um direcionamento que causam rebeldia e uma autoconfiança muito exacerbada.
O Piercing nas sobrancelhas dá vazão para um APRISIONAMENTO DA MENTE, causando um bloqueio na mente de quem os usa. Para essas pessoas nada tem grande importância principalmente na vida espiritual.
O Piercing nas orelhas, muito comum, significa APRISIONAMENTOS EM ÁREAS ESPECÍFICAS do corpo, podendo ser bloqueio do sistema nervoso, sistema simpático e sistema parassimpático. As pessoas que os usam podem sofrer de problemas na coluna, útero, alterações de libido e personalidade e, também, alterações genitais.
Um dos piercings que estão mais na "moda" é colocado no umbigo. Este está na área destinada a ALIMENTAÇÃO. Serve como um local de canalização de espíritos satânicos no corpo de quem os usa. Ele representa a exposição do corpo, visto que as pessoas que os usam gostam de deixá-los à mostra.
O Piercing nos lábios significa um DOMÍNIO NA FALA; assim como o que é colocado na gengiva. As pessoas que os usam estão propensas a ter insegurança nessa área, dificuldades para uma boa comunicação, etc. Seu significado na vida dessas pessoas é como de um cabresto e pode ser representado na forma de gagueira. A diferença entre o colocado nos lábios e o que é colocado na gengiva, é que o segundo representa a LUXÚRIA.
O Piercing nos órgãos genitais traz como significa principal a PROSTITUIÇÃO. Ele pode causar um estímulo intra-uterino para atuação de espíritos nessa área causando esterilidade e outros problemas nas mulheres e, também, nos homens. Ele trás uma atuação na área da prostituição na vida das pessoas que o utilizam.
Bem, significa que todas as pessoas que você vir com esses tipos de piercings estarão manifestando esses sintomas que foram ditos? Não, nem sempre. Mas digo que, com certeza, no mundo espiritual elas estão aprisionadas de alguma forma por essas marcas que elas carregam no corpo.
O mesmo serve para as tatuagens. Elas são marcas e cada uma tem seu significado no mundo espiritual. Quer dizer que se tenho tatuagens pelo corpo estou sujeito a atuação de satanás na minha vida? Sim, mas somente se você ainda não tiver se entregue totalmente a Jesus, pois Ele apaga no mundo espiritual o que não pode, muitas vezes, ser apagado no mundo real. Já o caso do piercing é mais fácil, visto que só necessita ser retirado do corpo.
Agora que já sabe o que significa cada um dos tipos mais comuns de piercing, você pode optar por ser livre ou estar preso de alguma forma pelas armadilhas do diabo, caso queira usar ou use algum deles. Da mesma forma, você pode optar por retirar essa marca do seu corpo e pedir para que Jesus feche as portas que foram abertas.
Acesse este Blog: adtiete.blogspot.com
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Existe um “Mal” que tem se tornado cada vez mais comum em nossos dias, ao qual podemos chamar de “MAL DE ASAFE”.
A Asafe, ou a alguém de sua família, é atribuída a autoria do Salmo 73, o qual relata uma profunda crise vivenciada pelo salmista, que quase o levou a se desviar (Sl 73.2). Ele manifestou inveja (v.3) e chegou a considerar a possibilidade de que o seu esforço em manter a integridade era inútil (v.13).
I - O PROBLEMA DE ASAFE TEVE INÍCIO QUANDO COMEÇOU A DESENVOLVER UM PADRÃO ERRADO DE AVALIAÇÃO DE SUA VIDA.
O salmista passou olhar para os ímpios e a COMPARAR A SUA VIDA COM A DELES, ao invés de enxergar a situação da perspectiva divina. O texto afirma: “Pois tive inveja dos arrogantes quando vi a prosperidade desses ímpios” (v.3).
II - ELE COMEÇOU A VERIFICAR QUE OS ÍMPIOS VIVIAM DESFRUTANDO DOS PRAZERES DO PECADO E AINDA ASSIM APARENTAVAM PROSPERAR EM SUAS VIDAS (VV.4-12).
SUA CONCLUSÃO INICIAL:
FOI A DE QUE A OBEDIÊNCIA A DEUS NÃO VALIA A PENA (V.13), pois tinha que pagar um alto preço para isso (v.14). Por trás de sua reação de inveja e desânimo, podemos observar um desejo que a alimentava. O salmista desejava ter uma vida próspera como a dos ímpios.
Por isso o texto afirma que TEVE INVEJA DOS APARENTES BENEFÍCIOS QUE ELES DESFRUTAVAM (V.3). Este desejo o levou à conclusão prévia de que a vida que os injustos levavam valia mais a pena do que a busca pela piedade. Asafe parece não querer mais sofrer e se afadigar por causa de seu empenho pela pureza (vv.13, 14).
POR TRÁS DESTES DESEJOS EXISTEM CONCEITOS EQUIVOCADOS:
1-) O salmista demonstra crer que os benefícios transitórios que os ímpios desfrutavam eram mais valiosos do que uma vida de pureza e obediência ao Senhor.
2-) Ele se esquece que Deus usa os sofrimentos e dificuldades da vida para moldar o caráter de Seus servos.
3-) Além disso, demonstra não crer na justiça de Deus. Asafe desconsidera o fato de que os ímpios deverão prestar contas de suas ações diante do Senhor. Tudo isso é conseqüência do fato de que houve uma avaliação das circunstâncias à parte da perspectiva divina. O padrão de Asafe foi a comparação de sua vida com a dos incrédulos.
III- UMA FORMA DE AJUDAR PESSOAS COM O “MAL DE ASAFE” é confrontá-las biblicamente, mostrando a necessidade de arrependimento e confissão. Além disso, é preciso mostrar o padrão equivocado pelo qual estão avaliando sua vida, e indicar o padrão correto das Escrituras.
IV- A SOLUÇÃO PARA O MAL DE ASAFE É APRESENTADA NO PRÓPRIO SALMO 73.
O salmista mudou sua perspectiva. Seu critério de avaliação deixou de ser a comparação com os ímpios. Ele deixou de olhar para os injustos e começou a olhar para Deus (v.17). Foi considerando a justiça de Deus que o salmista percebeu que os ímpios não permanecerão sem a justa retribuição. Ao deixar de considerar o momento e as circunstâncias e olhar para o todo, notou que Deus não deixará de retribuir a cada um de acordo com suas obras.
Um exemplo bíblico de como lidar com as dificuldades sem cair no “Mal de Asafe” é a vida do apóstolo Paulo. Sem dúvida, ele também passou por momentos difíceis.
Teve experiências das mais diversas. Experimentou a humilhação e a fome (Fp 4.11, 12), trabalhos, prisões, açoites, perigos de morte, apedrejamento, naufrágios, vigílias, frio, nudez e muitos outros perigos e dificuldades (2 Co 11.23-28). Apesar disso, Paulo aprendeu a viver contente em toda e qualquer situação (Fp 4.11).
A razão básica pela qual Paulo não teve uma reação semelhante à de Asafe, apesar das dificuldades ainda maiores que enfrentou, é que Paulo não comparou sua vida com as dos incrédulos. Os olhos do apóstolo estavam em Cristo. Ele aprendeu a deixar todas as demais coisas de lado e a fixar sua atenção no alvo, buscando o “prêmio da soberana vocação em Cristo” (Fp 3.12-16). Seus pensamentos estavam focados em Jesus e nas coisas celestiais (Cl 3.1-4). Ele havia aprendido que sua vida era para Cristo, e também tinha uma perspectiva da recompensa eterna, pois sabia que morrer era lucro (Fp 1.21).
Uma vida sendo vivida desta forma faz toda a diferença, pois dá ao cristão uma perspectiva correta de auto-avaliação. Asafe quase caiu porque colocou sua atenção sobre os benefícios que este mundo pode oferecer, ao comparar sua luta pela santidade com a boa vida dos ímpios. Paulo, contudo, colocou seus olhos em Cristo e na retribuição eterna, tornando-se, portanto, capaz de lidar com os sofrimentos do presente.
Queridos, infelizmente o Mal de Parkinson ainda não tem cura. Mas o “Mal de Asafe” tem. Em meio às dificuldades, fixe os seus olhos em Deus e avalie a sua vida da perspectiva divina!
terça-feira, 12 de junho de 2012
A SÍNDROME DE NAAMÃ.
Introdução:
Você já deve ter escutado muitas vezes falar em síndrome. Síndrome de Down, de Asperger, de Estocolmo, de Marfan, de Parkinson, de Peter Pan, de Tourette, entre outras. Mas você sabe o que é uma síndrome?
SÍNDROME:é um conjunto de sinais e sintomas que caracterizam uma doença ou condição de saúde, ou seja, as características que definem um tipo de doença e a diferenciam de outras.
O que seria então essa tal Síndrome de Naamã? Na Bíblia Sagrada ficamos sabendo quem era Naamã: “Naamã, capitão do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu Senhor, e de muito respeito; porque por ele o Senhor dera livramento aos sírios; e era este homem herói valoroso, porém leproso” (2 Reis 5.1). Até aqui a única enfermidade em Naamã que a Bíblia nos registra é a lepra: “herói valoroso, porém leproso”.
“Porém, Naamã muito se indignou (indignação), e se foi, dizendo: Eis que eu dizia comigo (solilóquio – o hábito de falar sozinho): Certamente ele sairá, por-se-á em pé, invocará o nome do Senhor seu Deus, e passará a sua mão sobre o lugar, e restaurará o leproso (frustração)” (2 Reis 5.11).
1- Só queria ser atendido pelo profeta
“Então Eliseu lhe mandou um mensageiro, dizendo: Vai, e lava-te sete vezes no Jordão, e a tua carne será curada e ficarás purificado” (2 Reis 5:10).
Naamã queria Eliseu e não um “simples” servo falando com ele. Naamã queria um toque de mãos proféticas. Algo mais escandalosamente religioso. Naamã não queria banhar-se num rio qualquer. Eis a Síndrome diagnosticada. É ela, a tal Síndrome de Naamã.
2- O que provocou os sintomas desta síndrome?
2.1 A arrogância, a falta de humildade.
Imagine, um mensageiro causar um alvoroço tão grande na vida de um homem.
Naamã já tinha chegado tão longe. Veio de tão longe. Ouviu tanta gente, para chegar
exatamente ali e dar um “show” desses?!
3- Não subestime o poder dessa síndrome. Ela é terrível.
3.1 Essa doença atinge todos os níveis de relacionamento
Ela atinge patrão / empregado
Pais e filhos
Marido e mulher e por aí vai
3.2 E você dá ouvidos aos seus empregados, ao seu marido a sua mulher?
Ela diz todos os dias para você:
- Só aquela igreja é boa!
- Só aquele pastor é bom!
- Se não for com ele eu não quero.
- Se for outro não serve.
- Tem que ser desse jeito e não de outro.
É sempre assim, uma doença terrível, uma praga quase incurável: é ela a Síndrome
de Naamã..
4- Dê ouvidos a voz de Deus hoje:
Somente assim o tratamento correto poderá ser iniciado.
Naamã só ficou curado quando deu ouvidos a voz de Deus: “Então desceu, e
mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua
carne tornou-se como a carne de um menino, e ficou purificado. (2 Reis 5:14).
4.1 A vontade de Deus se manifestou como voz audível na vida de uma menina
4.2 Na vida dos servos que o acompanharam até Eliseu
“Então se chegaram a ele os seus servos, e lhe falaram, e disseram: Meu pai, se
o profeta te dissesse alguma grande coisa, porventura não a farias? Quanto
mais, dizendo-te ele: Lava-te, e ficarás purificado” (2 Reis 5:13).
4.3 Na vida de um simples servo que lhe transmitiu as palavras do profeta
Eliseu.
4.4. E Lembre-se! Ela pode não vir do jeito ou mesmo na forma e quem sabe,
não virá através da pessoa que você espera.
Ex: Maria e José estavam a procura do menico Jesus, e no auge dos seus 12 anos, “aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os” (Lucas 2:46).
Se Maria e José decidissem não ouvir seu filho, certamente eles sairiam perdendo e muito. Não seja você mais um a sofrer por causa dessa síndrome.
Que coisa boa é poder reconhecer que aqueles que trabalham conosco são gente como a gente.
Gente não é capacho e nem tapete para gente pisar em cima. Gente é gente!
E tem gente que perdeu a dimensão disto. Trata seus servos, empregados ou mesmo funcionários como se fosse um bicho. Isso é uma síndrome terrível. Às vezes fico pensando se tem cura.
OLHE BEM AO REDOR e veja quantos trabalham para você ou mesmo trabalham com você e que por você são ignorados. Quem sabe você já perdeu uma grande benção de Deus, porque deixou de ouvir alguém que você julgou como sendo insignificante aos seus olhos. “...se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz” (Mateus 6:22).
NO CAMINHO DA CURA DA LEPRA, Naamã deu ouvidos à sua mulher: “...E disse esta à sua senhora: Antes o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra” (2 Reis 5:2-3).
Naamã dá créditos à menina, porque antes disso deu crédito a sua mulher.
Lares inteiros são destruídos hoje porque maridos não param para ouvir suas mulheres. Lembre-se: “Toda mulher sábia edifica a sua casa...” (Provérbios 14:1).
Graças a Deus Naamã deu ouvidos aos seus servos. A boa palavra de Deus pode vir de lugares ou de pessoas que você não espera. Creia nisso! Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações (Hebreus 4:7). Deus tem falado muitas vezes, e de muitas maneiras (Hebreus 1:1).
Pr Joel
segunda-feira, 25 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Festa Caipira na igreja? Tá certo ou tá errado?
Todo ano é sempre a mesma polêmica em relação as festas "caipiras" nas igrejas evangélicas. É uma tal de "Festa Julina", "Festa Sertaneja", "Caipiras de Cristo" e por aí vai.
Muitas vezes as festas se assemelham as tradicionais "Festas Juninas e Julinas", só faltando o quentão, o casamento caipira e o "santo". Então é um tal de pôde e não pôde, de tá certo e tá errado. Qual a diferença de ir em uma festa dos "santos" e da minha igreja evangélica?
"Porém se alguém vos disser: Isto é coisa sacrificada a ídolo, não comais" I Coríntios 10:28Também acho que não sou dono da verdade. Mas a Palavra de Deus, essa sim é a verdade.
O apóstolo Paulo deixou uma mensagem bem interessante a igreja de Corinto a respeito dos limites da liberdade cristã."Comei de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência; porque do Senhor é a terra e sua plenitude." I Coríntios 10:25-26.
Amados, quantas vezes somos confrontados por pessoas contrarias as festas caipiras evangélicas. Com declarações como: É tudo igual! É pecado! É festa pagã! São João Gospel é do diabo, etc.
Mas existem diferenças importantes que distanciam uma festa evangélica das demais. De início podemos destacar o objetivo da festa. Enquanto as tradicionais querem celebrar as datas dos santos católicos, a festa evangélica quer trazer diversão e comunhão entre irmãos da comunidade.
Outra diferença está em relação as músicas. Nas festas evangélicas o som é para louvar a Deus em vários estilos inclusive o sertanejo. As tradicionais, tem músicas típicas em algumas festas, e em outras toda sorte de ritmos e estilos.Beber para esquentar?
Sim, as festas acontecem no inverno e é bom beber pra esquentar um pouquinho. Em uma festa você encontra o famoso quentão pra esquentar. E em outra o crentão, que é a bebida sem álcool. Mas também é encontrado o bom e velho chocolate quente nas festas dos dois lados comparados.
Mas as festas evangélicas ainda ganham uma importância maior quando existe dentro dela um trabalho evangelístico. Essas festas são realizadas fora da igreja, tendo um chamariz popular que atrai os amantes da paçoquinha ao chocolate quente.
Após ler esses versículos, entendo a razão das igrejas evangélicas de realizar as festas caipiras. Quantas vezes ouvimos falar de alguém, ou até mesmo alguns de nós comemos coisas sacrificadas a ídolos participando de festas que não agradam a Deus?
Quando fazemos isso ultrapassamos o limite que Paulo escreve a igreja de Corinto. Uma festa de São João não é nosso lugar. Lá as pessoas não estão celebrando Cristo, mas um outro nome que não há salvação.
Se somos lavados no sangue do Cordeiro de Deus por que celebraremos outro nome? Se você tem frequentado festas que não tem Cristo sendo celebrado, saia o mais rápido que puder.
Agora por que não podemos celebrar e louvar a Deus nesses dias em que as outras pessoas celebram seus santos?
Devemos ficar dentro de nossas igrejas e louvar bem quietinhos a Deus, ou no dia que não tem culto ficar em casa debaixo do cobertor pra esquentar do frio?
Creio que não. Vamos fazer festa! Deus é Deus de festa, de celebração. Qual a melhor oportunidade de saborear uma paçoquinha, pipoca, doce de leite, cachorro quente, algodão doce, amendoim, kafta, chocolate quente e tantos outros quitutes ?
Saborear tudo isso e ainda em comunhão com os irmãos, e louvando a Deus é bom demais!Viva na liberdade de Cristo, e vamos celebrar nossa comunhão com Cristo e os amados irmãos. Onde será a próxima festa julina evangélica?
No amor de Cristo
Muitas vezes as festas se assemelham as tradicionais "Festas Juninas e Julinas", só faltando o quentão, o casamento caipira e o "santo". Então é um tal de pôde e não pôde, de tá certo e tá errado. Qual a diferença de ir em uma festa dos "santos" e da minha igreja evangélica?
"Porém se alguém vos disser: Isto é coisa sacrificada a ídolo, não comais" I Coríntios 10:28Também acho que não sou dono da verdade. Mas a Palavra de Deus, essa sim é a verdade.
O apóstolo Paulo deixou uma mensagem bem interessante a igreja de Corinto a respeito dos limites da liberdade cristã."Comei de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência; porque do Senhor é a terra e sua plenitude." I Coríntios 10:25-26.
Amados, quantas vezes somos confrontados por pessoas contrarias as festas caipiras evangélicas. Com declarações como: É tudo igual! É pecado! É festa pagã! São João Gospel é do diabo, etc.
Mas existem diferenças importantes que distanciam uma festa evangélica das demais. De início podemos destacar o objetivo da festa. Enquanto as tradicionais querem celebrar as datas dos santos católicos, a festa evangélica quer trazer diversão e comunhão entre irmãos da comunidade.
Outra diferença está em relação as músicas. Nas festas evangélicas o som é para louvar a Deus em vários estilos inclusive o sertanejo. As tradicionais, tem músicas típicas em algumas festas, e em outras toda sorte de ritmos e estilos.Beber para esquentar?
Sim, as festas acontecem no inverno e é bom beber pra esquentar um pouquinho. Em uma festa você encontra o famoso quentão pra esquentar. E em outra o crentão, que é a bebida sem álcool. Mas também é encontrado o bom e velho chocolate quente nas festas dos dois lados comparados.
Mas as festas evangélicas ainda ganham uma importância maior quando existe dentro dela um trabalho evangelístico. Essas festas são realizadas fora da igreja, tendo um chamariz popular que atrai os amantes da paçoquinha ao chocolate quente.
Após ler esses versículos, entendo a razão das igrejas evangélicas de realizar as festas caipiras. Quantas vezes ouvimos falar de alguém, ou até mesmo alguns de nós comemos coisas sacrificadas a ídolos participando de festas que não agradam a Deus?
Quando fazemos isso ultrapassamos o limite que Paulo escreve a igreja de Corinto. Uma festa de São João não é nosso lugar. Lá as pessoas não estão celebrando Cristo, mas um outro nome que não há salvação.
Se somos lavados no sangue do Cordeiro de Deus por que celebraremos outro nome? Se você tem frequentado festas que não tem Cristo sendo celebrado, saia o mais rápido que puder.
Agora por que não podemos celebrar e louvar a Deus nesses dias em que as outras pessoas celebram seus santos?
Devemos ficar dentro de nossas igrejas e louvar bem quietinhos a Deus, ou no dia que não tem culto ficar em casa debaixo do cobertor pra esquentar do frio?
Creio que não. Vamos fazer festa! Deus é Deus de festa, de celebração. Qual a melhor oportunidade de saborear uma paçoquinha, pipoca, doce de leite, cachorro quente, algodão doce, amendoim, kafta, chocolate quente e tantos outros quitutes ?
Saborear tudo isso e ainda em comunhão com os irmãos, e louvando a Deus é bom demais!Viva na liberdade de Cristo, e vamos celebrar nossa comunhão com Cristo e os amados irmãos. Onde será a próxima festa julina evangélica?
No amor de Cristo
sexta-feira, 17 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
HOMOFOBIA OU DITADURA GAY?
Homofobia ou ditadura gay?
A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo. Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual e pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo.
Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.
Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente. Nesse país se critica políticos, empresários, trabalhadores, pastores, homens e mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde está o preceito da justiça?
Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável. Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também,, conforme a Bíblia é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).
Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Há quem diga que alguns nascem homossexuais. Discordo. Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24). A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).
A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo. Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual e pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo.
Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.
Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente. Nesse país se critica políticos, empresários, trabalhadores, pastores, homens e mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde está o preceito da justiça?
Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável. Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também,, conforme a Bíblia é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).
Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Há quem diga que alguns nascem homossexuais. Discordo. Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24). A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).
quinta-feira, 19 de maio de 2011
IGREJA PROMOVE ATO SOLENE - 13 DE MAIO
IGREJA PROMOVE ATO SOLENE – 13 DE MAIO
A maioria da população brasileira é negra. A informação é do Censo Demográfico (2010), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dos quase 191 milhões de brasileiros, a pesquisa mostrou que 97 milhões de pessoas se declararam pretas ou pardas, 91 milhões se consideram brancas, e o restante se enquadra em outros grupos.
Já as informações do estudo Dinâmica Demográfica da População Negra Brasileira, divulgado na última quinta-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostrou que a população negra é mais jovem, tem mais filhos e é mais pobre. Esta mesma população também está mais exposta à mortalidade por causas externas – como homicídio - do que a população branca.
Em meio às pesquisas e declarações racistas das últimas semanas, na sexta-feira passada (13) foi celebrado o Dia da Abolição. A data foi lembrada pelo movimento negro e por diversas organizações populares, sindicatos e partidos, através de atos culturais e políticos.
E nós da Igreja Assembléia de Deus ministério de Tietê não poderíamos deixar a questão racial e a luta do movimento negro no Brasil passar desapercebido e para tanto fizemos uma programação especial dando a nossa contribuição para debater o assunto.
Para debater a questão a convite da Igreja, tivemos a participação do Pr Ricardo Flamarion da cidade de Santos e do cantor gospel, Alcyr Ribeiro e representando a região tivemos a presença do Ev.Marcelo Mota, Pr Valter Leite, do artista plástico Franklin que expôs parte do seu trabalho e alunos do IBAD-Instituto Bíblico das Assembléia de Deus que trouxeram uma síntese sobre o assunto.
O objetivo deste evento é de conscientização e inclusão da Igreja nas diversas formas evangelísticas e sociais.”Queremos desempenhar o nosso papel social sem distinção e acepção de pessoas” concluiu o Pr Joel.
Joel Ribeiro é Pr da Assembléia de Deus ministério de Tietê
A maioria da população brasileira é negra. A informação é do Censo Demográfico (2010), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dos quase 191 milhões de brasileiros, a pesquisa mostrou que 97 milhões de pessoas se declararam pretas ou pardas, 91 milhões se consideram brancas, e o restante se enquadra em outros grupos.
Já as informações do estudo Dinâmica Demográfica da População Negra Brasileira, divulgado na última quinta-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostrou que a população negra é mais jovem, tem mais filhos e é mais pobre. Esta mesma população também está mais exposta à mortalidade por causas externas – como homicídio - do que a população branca.
Em meio às pesquisas e declarações racistas das últimas semanas, na sexta-feira passada (13) foi celebrado o Dia da Abolição. A data foi lembrada pelo movimento negro e por diversas organizações populares, sindicatos e partidos, através de atos culturais e políticos.
E nós da Igreja Assembléia de Deus ministério de Tietê não poderíamos deixar a questão racial e a luta do movimento negro no Brasil passar desapercebido e para tanto fizemos uma programação especial dando a nossa contribuição para debater o assunto.
Para debater a questão a convite da Igreja, tivemos a participação do Pr Ricardo Flamarion da cidade de Santos e do cantor gospel, Alcyr Ribeiro e representando a região tivemos a presença do Ev.Marcelo Mota, Pr Valter Leite, do artista plástico Franklin que expôs parte do seu trabalho e alunos do IBAD-Instituto Bíblico das Assembléia de Deus que trouxeram uma síntese sobre o assunto.
O objetivo deste evento é de conscientização e inclusão da Igreja nas diversas formas evangelísticas e sociais.”Queremos desempenhar o nosso papel social sem distinção e acepção de pessoas” concluiu o Pr Joel.
Joel Ribeiro é Pr da Assembléia de Deus ministério de Tietê
quarta-feira, 4 de maio de 2011
FÉ E POLITICA UMA QUESTÃO DE BOM SENSO
Fé e Política uma questão de bom senso.
O Brasil é um país laico e assim continuará. Boa parte de evangélicos estão sendo vítima de erros de alguns políticos que têm tentado transformar reuniões seculares em palanque, o que é detestável da perspectiva religiosa e uma ameaça à qualidade da democracia.
Fé e política são questões que devem estar separadas. Apesar disso, a demonstração de tolerância religiosa, é excelente; se for uma tentativa de manipulação, é um retrocesso.
Muitas coisas dificultam o diálogo e a aproximação entre as pessoas. Uma delas, a mais forte, é a postura do individualismo e da falta de princípios
Nas diversas situações, a ausência de diálogo e a falte de atenção aos anseios do próximo, tem produzido o distanciamento das condições normais de convívio de sobrevivência das idéias. Isto pode ser fruto de injustiça, provocando a falta de harmonia.
Tudo na vida precisa ser ponderado; imagine vivermos em uma sociedade onde se fica rico sem trabalho;se sente prazer sem consciência, adquiri-se o conhecimento sem caráter,realiza-se o comércio sem o mínimo de moralidade; e se faz política sem princípios.
De uma coisa tenho absoluta certeza,somente a presença de Deus na nossa vida e na nossa história faz com que haja verdadeira vida plena, porque ela é a fonte de toda vida e oferece todos os recursos necessários para nossos filhos.
Deus é a fonte de toda a justiça,e paz duradouras
Joel Ribeiro – Pr.Assembléia de Deus ministério de Tietê.
Acesse este link: http://adtiete.blogspot.com/
Contato:prjoelribeiro@hotmail.com
O Brasil é um país laico e assim continuará. Boa parte de evangélicos estão sendo vítima de erros de alguns políticos que têm tentado transformar reuniões seculares em palanque, o que é detestável da perspectiva religiosa e uma ameaça à qualidade da democracia.
Fé e política são questões que devem estar separadas. Apesar disso, a demonstração de tolerância religiosa, é excelente; se for uma tentativa de manipulação, é um retrocesso.
Muitas coisas dificultam o diálogo e a aproximação entre as pessoas. Uma delas, a mais forte, é a postura do individualismo e da falta de princípios
Nas diversas situações, a ausência de diálogo e a falte de atenção aos anseios do próximo, tem produzido o distanciamento das condições normais de convívio de sobrevivência das idéias. Isto pode ser fruto de injustiça, provocando a falta de harmonia.
Tudo na vida precisa ser ponderado; imagine vivermos em uma sociedade onde se fica rico sem trabalho;se sente prazer sem consciência, adquiri-se o conhecimento sem caráter,realiza-se o comércio sem o mínimo de moralidade; e se faz política sem princípios.
De uma coisa tenho absoluta certeza,somente a presença de Deus na nossa vida e na nossa história faz com que haja verdadeira vida plena, porque ela é a fonte de toda vida e oferece todos os recursos necessários para nossos filhos.
Deus é a fonte de toda a justiça,e paz duradouras
Joel Ribeiro – Pr.Assembléia de Deus ministério de Tietê.
Acesse este link: http://adtiete.blogspot.com/
Contato:prjoelribeiro@hotmail.com
terça-feira, 26 de abril de 2011
07 FATOS QUE INCOMODAM UM PASTOR.
Sete fatos que incomodam um pastor. Quais são?
Em dias como os nossos, o que poderiam mais incomodar alguém vocacionado para o ministério? Bem muitos são os desafios a serem encontrados, mas existem sete que saltam aos olhos.
1. Observar que as pessoas não amadurecem. Pastores verdadeiramente chamados não esperam que as pessoas sejam eternamente dependentes, antes pelo contrario almejam que elas cresçam e que depois de um tempo sejam capazes de enfrentar e resolver alguns conflitos mínimos nas suas vidas sem ter que viver dependentes de gurus ou pseudo-mestres da espiritualidade.
2. Verificar que qualquer um ostenta o titulo de Pastor. É profundamente frustrante saber que em dias como os nossos, qualquer um pode ser nomeado ou denominado como pastor, não importa se obteve alguma formação, se foi experimentado, tanto nas práticas ministeriais como na arena dos desafios éticos.
3. Constatar que o ministério virou um negócio. É muito triste para Pastores vocacionados saberem que o espaço social onde atuam, atuam tambem muitos com interesse puramente mercadológico. Provoca algeriza ao um Pastor verdadeiro saber que ele divide espaço na sociedade com pessoas que só tem um interesse, ganhar dinheiro.
4. Descobrir que as ovelhas vivem encantadas pelos mercenários. Nada indigna mais um pastor do que ouvir uma ovelha manifestar sua admiração por alguém que prega o evangelho por dinheiro. É frustrante saber que via de regra, com algumas exceções, alguns dos mais elogiados ministros dos nossos dias são conhecidos nos bastidores eclesiásticos pelas suas patifarias.
5. Vislumbrar que manipulação vale mais que ensino. O dia mais triste na vida de um pastor é aquele em que ele descobre que não basta ele portar e manusear bem uma Bíblia, é necessário dominar as técnicas de manipulação de auditório.
6. Deparar com o fato de que estruturas valem mais que cuidado. Desestimula demais quando um pastor de maneira inexorável se convence que os cuidados já foram de maneira sistemática negligenciados, em favor da estrutura do templo ou da instituição
7. Enxergar o que é patente ultimamente; carisma vale mais que caráter. Compromisso, ética, postura, fidelidade, dedicação, acessibilidade, nenhum desses elementos importam para uma comunidade que tem como preocupação ultima, seguir alguém que tenha carisma, .não importante o quão duvidoso é o seu caráter.
Então por que permanecer Pastor em um ambiente apocalíptico como este?
A justificativa para continuar nesta empreitada saiu da boca do Todo-Poderoso quando adverte os mercenários e promete constituir bons pastores. ELE diz:
“…Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e delas não cuidastes; mas eu cuidarei em vos castigar a maldade das vossas ações, diz o SENHOR. Eu mesmo recolherei o restante das minhas ovelhas, de todas as terras para onde as tiver afugentado, e as farei voltar aos seus apriscos; serão fecundas e se multiplicarão. Levantarei sobre elas pastores que as apascentem, e elas jamais temerão, nem se espantarão; nem uma delas faltará, diz o SENHOR….” Jeremias 23.1-4
Se os mercenários se auto constituíram para estarem a frente do rebanho, o mesmo não se pode falar a respeito dos fieis Pastores, estes não estão por sua vontade, antes foram escolhidos pelo Sumo-Pastor. Afinal é ELE mesmo que diz:
“…Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda….” João 15.16
Fonte: Revista Ultimato
Em dias como os nossos, o que poderiam mais incomodar alguém vocacionado para o ministério? Bem muitos são os desafios a serem encontrados, mas existem sete que saltam aos olhos.
1. Observar que as pessoas não amadurecem. Pastores verdadeiramente chamados não esperam que as pessoas sejam eternamente dependentes, antes pelo contrario almejam que elas cresçam e que depois de um tempo sejam capazes de enfrentar e resolver alguns conflitos mínimos nas suas vidas sem ter que viver dependentes de gurus ou pseudo-mestres da espiritualidade.
2. Verificar que qualquer um ostenta o titulo de Pastor. É profundamente frustrante saber que em dias como os nossos, qualquer um pode ser nomeado ou denominado como pastor, não importa se obteve alguma formação, se foi experimentado, tanto nas práticas ministeriais como na arena dos desafios éticos.
3. Constatar que o ministério virou um negócio. É muito triste para Pastores vocacionados saberem que o espaço social onde atuam, atuam tambem muitos com interesse puramente mercadológico. Provoca algeriza ao um Pastor verdadeiro saber que ele divide espaço na sociedade com pessoas que só tem um interesse, ganhar dinheiro.
4. Descobrir que as ovelhas vivem encantadas pelos mercenários. Nada indigna mais um pastor do que ouvir uma ovelha manifestar sua admiração por alguém que prega o evangelho por dinheiro. É frustrante saber que via de regra, com algumas exceções, alguns dos mais elogiados ministros dos nossos dias são conhecidos nos bastidores eclesiásticos pelas suas patifarias.
5. Vislumbrar que manipulação vale mais que ensino. O dia mais triste na vida de um pastor é aquele em que ele descobre que não basta ele portar e manusear bem uma Bíblia, é necessário dominar as técnicas de manipulação de auditório.
6. Deparar com o fato de que estruturas valem mais que cuidado. Desestimula demais quando um pastor de maneira inexorável se convence que os cuidados já foram de maneira sistemática negligenciados, em favor da estrutura do templo ou da instituição
7. Enxergar o que é patente ultimamente; carisma vale mais que caráter. Compromisso, ética, postura, fidelidade, dedicação, acessibilidade, nenhum desses elementos importam para uma comunidade que tem como preocupação ultima, seguir alguém que tenha carisma, .não importante o quão duvidoso é o seu caráter.
Então por que permanecer Pastor em um ambiente apocalíptico como este?
A justificativa para continuar nesta empreitada saiu da boca do Todo-Poderoso quando adverte os mercenários e promete constituir bons pastores. ELE diz:
“…Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e delas não cuidastes; mas eu cuidarei em vos castigar a maldade das vossas ações, diz o SENHOR. Eu mesmo recolherei o restante das minhas ovelhas, de todas as terras para onde as tiver afugentado, e as farei voltar aos seus apriscos; serão fecundas e se multiplicarão. Levantarei sobre elas pastores que as apascentem, e elas jamais temerão, nem se espantarão; nem uma delas faltará, diz o SENHOR….” Jeremias 23.1-4
Se os mercenários se auto constituíram para estarem a frente do rebanho, o mesmo não se pode falar a respeito dos fieis Pastores, estes não estão por sua vontade, antes foram escolhidos pelo Sumo-Pastor. Afinal é ELE mesmo que diz:
“…Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda….” João 15.16
Fonte: Revista Ultimato
domingo, 24 de abril de 2011
COMBATE À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
Combate à Intolerância Religiosa
Todo ser humano tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular. (Art. 18. Declaração Universal dos Direitos Humanos. ONU, 1948).
Uma das marcas mais expressivas da sociedade brasileira é sua diversidade cultural religiosa, manifestada pela existência de inúmeras crenças, movimentos e tradições religiosas. Tamanha diversidade constitui uma riqueza ímpar para as diferentes culturas presentes neste país, mas, ao mesmo tempo, exige atenção e esforços conjuntos no sentido de minimizar as relações de poder que produzem atitudes, opiniões e representações equivocadas sobre o outro e a outra, gerando discriminações, preconceitos e violências de toda ordem.
De igual modo, no cotidiano escolar, a diversidade religiosa manifesta-se através de uma multiplicidade de comportamentos, atitudes, valores, símbolos, significados, linguagens, roupas e sinais sagrados, mas, muitas vezes, diante de práticas e relações que tentam impor, converter, invisibilizar e silenciar, as diferenças de caráter religioso de educandos e educadores são marcadas por tensões, conflitos, tentativas de exclusões e estratégias de resistências.
Isso contraria ao que está determinado na Constituição Federal de 1988, que em seu artigo 5° garante a todos os cidadãos a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, considerando como inviolável a liberdade de consciência e de crença, e o livre exercício dos cultos religiosos.
O Fórum Nacional Permanente de Ensino Religioso/FONAPER, já em sua Carta de Princípios, elaborada no ato de sua fundação em 1995, assumiu como princípio garantir que a escola pública respeite as diversidades de pensamento, opção religiosa e identidade cultural dos educandos e educadores.
Por isso, no primeiro semestre de 1997, coordenou ampla mobilização da sociedade para alterar o Art. 33 da então nova LDB n° 9.394/1996, a fim de ratificar a necessidade de disponibilizar aos educandos, no conjunto dos conhecimentos escolares, conteúdos sobre a diversidade cultural religiosa, como uma das formas de promover e exercitar a liberdade de concepções e a construção da autonomia e da cidadania, prerrogativas de um estado laico e democrático.
O movimento resultou na promulgação da Lei n° 9.475/1997, portadora de uma outra concepção pedagógica para o Ensino Religioso, definida nos seguintes termos:
Art. 33: O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas do ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.
Pela primeira vez na história da educação brasileira, o Ensino Religioso foi legislado como componente curricular que oportuniza aos educandos o acesso ao conhecimento religioso. Desde então, o FONAPER e dezenas de sistemas estaduais e municipais de educação tem defendido e orientado que o Ensino Religioso deve proporcionar o conhecimento dos elementos básicos que compõem o fenômeno religioso, a partir das experiências religiosas percebidas no contexto dos educandos, buscando disponibilizar esclarecimentos sobre o direito à diferença, valorizando a diversidade cultural religiosa presente na sociedade, no constante propósito de promoção dos direitos humanos.
No documento dos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso (PCNER), o FONAPER entende o conhecimento religioso enquanto um patrimônio da humanidade, substrato cultural presente em inúmeros povos e sociedades, o qual deve ser disponibilizado a educandos e educandas de todo Brasil, para que exercitem o diálogo inter-religioso e intercultural, e elaborem explicações e referenciais que escapem do uso ideológico, doutrinal ou catequético.
Para o FONAPER, uma das estratégias mais importantes para o combate à intolerância religiosa (Lei n° 11.635/2007) é o estudo científico e respeitoso da diversidade cultural religiosa, entendida como patrimônio da humanidade,[1] sem impor preconceitos e proselitismos.
Trata-se, do desenvolvimento de práticas educativas diferenciadas, subsidiadas pelo conhecimento e pela sensibilidade diante de qualquer discriminação religiosa, pelo respeito à identidade do outro e suas opões de fé, pela possibilidade da descoberta de afinidades entre os diferentes, pela conscientização de que cada sujeito é também um diferente num universo de diferentes.[2]
A escola pública não tem por função social transmitir e difundir crenças religiosas, mas ajudar os educandos a perceberem nas culturas, tradições, correntes e movimentos religiosos e não-religiosos, diferentes respostas para os mistérios da vida, favorecendo o diálogo e garantindo o exercício da liberdade religiosa.
Por fim, vale lembrar que, em âmbito social e educacional, toda criança está protegida de qualquer forma de discriminação por motivos de religião ou convicções.
“Ela será educada em um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universal, respeito à liberdade de religião ou de convicções dos demais e em plena consciência de que sua energia e seus talentos devem dedicar-se ao serviço da humanidade” (§3°, Art. 5° da Declaração sobre a eliminação de todas as formas de intolerância e discriminação fundadas na religião ou crença, proclamada pela Assembléia Geral da ONU, em 1981).
Que nós educadores, possamos balizar nossas consciências e práticas pedagógicas com base nestes princípios.
Extraído Fonte:do FONAPER
Todo ser humano tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular. (Art. 18. Declaração Universal dos Direitos Humanos. ONU, 1948).
Uma das marcas mais expressivas da sociedade brasileira é sua diversidade cultural religiosa, manifestada pela existência de inúmeras crenças, movimentos e tradições religiosas. Tamanha diversidade constitui uma riqueza ímpar para as diferentes culturas presentes neste país, mas, ao mesmo tempo, exige atenção e esforços conjuntos no sentido de minimizar as relações de poder que produzem atitudes, opiniões e representações equivocadas sobre o outro e a outra, gerando discriminações, preconceitos e violências de toda ordem.
De igual modo, no cotidiano escolar, a diversidade religiosa manifesta-se através de uma multiplicidade de comportamentos, atitudes, valores, símbolos, significados, linguagens, roupas e sinais sagrados, mas, muitas vezes, diante de práticas e relações que tentam impor, converter, invisibilizar e silenciar, as diferenças de caráter religioso de educandos e educadores são marcadas por tensões, conflitos, tentativas de exclusões e estratégias de resistências.
Isso contraria ao que está determinado na Constituição Federal de 1988, que em seu artigo 5° garante a todos os cidadãos a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, considerando como inviolável a liberdade de consciência e de crença, e o livre exercício dos cultos religiosos.
O Fórum Nacional Permanente de Ensino Religioso/FONAPER, já em sua Carta de Princípios, elaborada no ato de sua fundação em 1995, assumiu como princípio garantir que a escola pública respeite as diversidades de pensamento, opção religiosa e identidade cultural dos educandos e educadores.
Por isso, no primeiro semestre de 1997, coordenou ampla mobilização da sociedade para alterar o Art. 33 da então nova LDB n° 9.394/1996, a fim de ratificar a necessidade de disponibilizar aos educandos, no conjunto dos conhecimentos escolares, conteúdos sobre a diversidade cultural religiosa, como uma das formas de promover e exercitar a liberdade de concepções e a construção da autonomia e da cidadania, prerrogativas de um estado laico e democrático.
O movimento resultou na promulgação da Lei n° 9.475/1997, portadora de uma outra concepção pedagógica para o Ensino Religioso, definida nos seguintes termos:
Art. 33: O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas do ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.
Pela primeira vez na história da educação brasileira, o Ensino Religioso foi legislado como componente curricular que oportuniza aos educandos o acesso ao conhecimento religioso. Desde então, o FONAPER e dezenas de sistemas estaduais e municipais de educação tem defendido e orientado que o Ensino Religioso deve proporcionar o conhecimento dos elementos básicos que compõem o fenômeno religioso, a partir das experiências religiosas percebidas no contexto dos educandos, buscando disponibilizar esclarecimentos sobre o direito à diferença, valorizando a diversidade cultural religiosa presente na sociedade, no constante propósito de promoção dos direitos humanos.
No documento dos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso (PCNER), o FONAPER entende o conhecimento religioso enquanto um patrimônio da humanidade, substrato cultural presente em inúmeros povos e sociedades, o qual deve ser disponibilizado a educandos e educandas de todo Brasil, para que exercitem o diálogo inter-religioso e intercultural, e elaborem explicações e referenciais que escapem do uso ideológico, doutrinal ou catequético.
Para o FONAPER, uma das estratégias mais importantes para o combate à intolerância religiosa (Lei n° 11.635/2007) é o estudo científico e respeitoso da diversidade cultural religiosa, entendida como patrimônio da humanidade,[1] sem impor preconceitos e proselitismos.
Trata-se, do desenvolvimento de práticas educativas diferenciadas, subsidiadas pelo conhecimento e pela sensibilidade diante de qualquer discriminação religiosa, pelo respeito à identidade do outro e suas opões de fé, pela possibilidade da descoberta de afinidades entre os diferentes, pela conscientização de que cada sujeito é também um diferente num universo de diferentes.[2]
A escola pública não tem por função social transmitir e difundir crenças religiosas, mas ajudar os educandos a perceberem nas culturas, tradições, correntes e movimentos religiosos e não-religiosos, diferentes respostas para os mistérios da vida, favorecendo o diálogo e garantindo o exercício da liberdade religiosa.
Por fim, vale lembrar que, em âmbito social e educacional, toda criança está protegida de qualquer forma de discriminação por motivos de religião ou convicções.
“Ela será educada em um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universal, respeito à liberdade de religião ou de convicções dos demais e em plena consciência de que sua energia e seus talentos devem dedicar-se ao serviço da humanidade” (§3°, Art. 5° da Declaração sobre a eliminação de todas as formas de intolerância e discriminação fundadas na religião ou crença, proclamada pela Assembléia Geral da ONU, em 1981).
Que nós educadores, possamos balizar nossas consciências e práticas pedagógicas com base nestes princípios.
Extraído Fonte:do FONAPER
sexta-feira, 15 de abril de 2011
NA PALMA DA MÃO DE DEUS
NA PALMA DA MÃO DE DEUS
Isaías 62:3 “E serás uma coroa de glória na mão do SENHOR, e um diadema real na mão do teu Deus” A Bíblia diz que nenhum fio de cabelo de nossa cabeça cai, se não for com a permissão de Deus,..”Mas não perecerá um único cabelo da vossa cabeça” Luc.21:18.
Devemos crer nesta verdade.
Creio nos dons espirituais, no entanto, percebo que temos de pedir a Deus o dom do discernimento para sabermos avaliar o que recebemos. Através do dom do discernimento e maturidade espiritual, vamos tendo a compreensão se aquilo que nos é apresentado é de Deus, do diabo ou simplesmente algo vindo do próprio homem.
Uma coisa que tenho aprendido e ensinado é “nunca dizer amém” quando nos entregam algo como sendo de Deus. O melhor a fazer é dizer é: “O que for de Deus eu recebo em nome de Jesus!” Fazendo assim, a gente não bloqueia a ação de Deus, nem corre o risco de receber uma palavra de maldição em nossas vidas.
Certa feita alguém disse à um determinado irmão: “Vejo que você vai entrar num funil, amém? O irmão disse: “Amém” e passou mesmo.
Creio que tudo de ruim que nos é mostrado por Deus é para livramento. Devemos interceder, repreender em nome de Jesus e não ter aquilo como sentença em nossas vidas ou na vida de outras pessoas.
Estava lendo a palavra do Senhor e Deus me levou em Apocalipse, Capítulo 1º, onde João tem a visão na ilha de Patmos e ele vê Um Homem de Branco (Jesus Cristo) passeando entre os sete candeeiros, tendo em suas mãos as sete estrelas. No final, diz a palavra que os sete candeeiros são as sete Igrejas e as sete estrelas são os anjos das Igrejas (Pastores e lideres) ao final da leitura, o Espírito Santo começou a ministrar em meu coração.
Sua voz era doce e suave e dizia:
- Se a palavra diz que as estrelas estão nas mãos do Senhor Jesus, pode alguém tocar nas estrelas, sem primeiro tocar nas mãos Dele? Fique tranqüilo! Antes de chegar em você, terão que passar pelas mãos de Deus!
Fui tomado por uma paz tão grande, paz esta que tem me acompanhado em todos os momentos de minha vida.
Pra você que está lendo este testemunho, saiba, se você está no centro da vontade de Deus, nenhum fio de cabelo de sua cabeça vai cair se não for da vontade de Deus.
Pode levantar o inferno inteiro contra você, VOCÊ E DEUS É MAIORIA.
Creia nisso e receba paz, em nome de Jesus!
Isaías 62:3 “E serás uma coroa de glória na mão do SENHOR, e um diadema real na mão do teu Deus” A Bíblia diz que nenhum fio de cabelo de nossa cabeça cai, se não for com a permissão de Deus,..”Mas não perecerá um único cabelo da vossa cabeça” Luc.21:18.
Devemos crer nesta verdade.
Creio nos dons espirituais, no entanto, percebo que temos de pedir a Deus o dom do discernimento para sabermos avaliar o que recebemos. Através do dom do discernimento e maturidade espiritual, vamos tendo a compreensão se aquilo que nos é apresentado é de Deus, do diabo ou simplesmente algo vindo do próprio homem.
Uma coisa que tenho aprendido e ensinado é “nunca dizer amém” quando nos entregam algo como sendo de Deus. O melhor a fazer é dizer é: “O que for de Deus eu recebo em nome de Jesus!” Fazendo assim, a gente não bloqueia a ação de Deus, nem corre o risco de receber uma palavra de maldição em nossas vidas.
Certa feita alguém disse à um determinado irmão: “Vejo que você vai entrar num funil, amém? O irmão disse: “Amém” e passou mesmo.
Creio que tudo de ruim que nos é mostrado por Deus é para livramento. Devemos interceder, repreender em nome de Jesus e não ter aquilo como sentença em nossas vidas ou na vida de outras pessoas.
Estava lendo a palavra do Senhor e Deus me levou em Apocalipse, Capítulo 1º, onde João tem a visão na ilha de Patmos e ele vê Um Homem de Branco (Jesus Cristo) passeando entre os sete candeeiros, tendo em suas mãos as sete estrelas. No final, diz a palavra que os sete candeeiros são as sete Igrejas e as sete estrelas são os anjos das Igrejas (Pastores e lideres) ao final da leitura, o Espírito Santo começou a ministrar em meu coração.
Sua voz era doce e suave e dizia:
- Se a palavra diz que as estrelas estão nas mãos do Senhor Jesus, pode alguém tocar nas estrelas, sem primeiro tocar nas mãos Dele? Fique tranqüilo! Antes de chegar em você, terão que passar pelas mãos de Deus!
Fui tomado por uma paz tão grande, paz esta que tem me acompanhado em todos os momentos de minha vida.
Pra você que está lendo este testemunho, saiba, se você está no centro da vontade de Deus, nenhum fio de cabelo de sua cabeça vai cair se não for da vontade de Deus.
Pode levantar o inferno inteiro contra você, VOCÊ E DEUS É MAIORIA.
Creia nisso e receba paz, em nome de Jesus!
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Jejuar para agradar ao Senhor
1º Jejuar para agradar o Senhor. Jejue porque deseja aproxima-se do Senhor. Jejue porque Ele é tão precioso para você que deseja dar-lhe um presente caro. Jejue porque Ele sofreu tanto por você que decida então alegremente entrar no espírito da sua cruz. Jejue porque o ama e deseja amá-lo cada vez mais. Em Zacarias 7.5, Deus perguntou, "Acaso foi para mim que jejuastes?" Deus se agrada do seu jejum quando você jejua para comprazê-lo.
2º Jejue em resposta ao chamado de Deus. Tanto no Antigo como no Novo Testamento, o jejum tem sido um sinal de piedade entre homens e mulheres, leigo e servos especiais de Deus. No Antigo Testamento o profeta Joel exortou: "Promulgai um santo jejum" (Joel 1.14; 2.15). No Novo Testamento, o próprio Jesus tornou claro que Ele espera que seu povo jejue (Lucas 5.33-35).
Somos chamados para adorar a Deus e o jejum é especificamente chamado de "adoração" em Lucas 2.37 e Atos 13.2. Se você jamais jejua, algo pode estar faltando na sua adoração.
3º Jejue para humilhar-se diante de Deus. Na Bíblia, o jejum é freqüentemente associado ao arrependimento (1 Reis 2127; Salmos 35.13). Mas o jejum representa mais do que o seu uso no estágio inicial do arrependimento; você precisará humilhar-se repetidamente diante do Senhor como fez Davi (Salmos 35.13). O jejum pode capacitar você a sentir o vazio de seu coração, sua insuficiência, sua necessidade de Deus. " Depois... dá graças aos humildes" (Tiago 4.6). O jejum é um meio de você humilhar-se sob a mão poderosa de Deus (1Pedro 5.6).
4º Jejue para buscar melhor o rosto de Deus. Você deve amar a Deus com todo o seu ser: seu coração, sua alma, seu entendimento e sua força (Marcos 12.30,33). Buscar-me-ei, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração" (Jeremias 29.13). O jejum é um meio sagrado de buscar a Deus de todo o coração.
Cristo nos ensinou que, a fim de receber as respostas dos céus, devemos "pedir... buscar...bater" (Mateus 7.7). Cada palavra indica um nível maior de intensidade. O jejum também indica um desejo intenso de buscar a Deus. A ânsia de ver Deus e sua obra poderosa pode ser tão grande que a pessoa perde a vontade de comer. É também possível, mediante o jejum deliberado, intensificar o desejo do seu coração, embora você possa sentir fome física.
5º Jejue como uma disciplina santa da sua alma. Um discípulo de Jesus é um seguidor disciplinado. Hábitos regulares de oração e jejum são uma parte natural da vida espiritual daqueles que o seguem. Eles fornecem um método regular para achegar-se a Deus, examinando-se a si mesmo diante de Deus, e entrando mais plenamente na vida de intercessão. É um método precioso de tomar a sua cruz e seguir Jesus (Mateus 16.24).
Lembre-se de que os métodos apostólicos são ainda válidos hoje. Satanás odeia o jejum, mas Deus dá-lhe honra. Nesta era missionária em que uma igreja militante deve vencer batalhas estratégicas para o Senhor, aceite novamente a estratégia de Deus de acrescentar o jejum à oração
2º Jejue em resposta ao chamado de Deus. Tanto no Antigo como no Novo Testamento, o jejum tem sido um sinal de piedade entre homens e mulheres, leigo e servos especiais de Deus. No Antigo Testamento o profeta Joel exortou: "Promulgai um santo jejum" (Joel 1.14; 2.15). No Novo Testamento, o próprio Jesus tornou claro que Ele espera que seu povo jejue (Lucas 5.33-35).
Somos chamados para adorar a Deus e o jejum é especificamente chamado de "adoração" em Lucas 2.37 e Atos 13.2. Se você jamais jejua, algo pode estar faltando na sua adoração.
3º Jejue para humilhar-se diante de Deus. Na Bíblia, o jejum é freqüentemente associado ao arrependimento (1 Reis 2127; Salmos 35.13). Mas o jejum representa mais do que o seu uso no estágio inicial do arrependimento; você precisará humilhar-se repetidamente diante do Senhor como fez Davi (Salmos 35.13). O jejum pode capacitar você a sentir o vazio de seu coração, sua insuficiência, sua necessidade de Deus. " Depois... dá graças aos humildes" (Tiago 4.6). O jejum é um meio de você humilhar-se sob a mão poderosa de Deus (1Pedro 5.6).
4º Jejue para buscar melhor o rosto de Deus. Você deve amar a Deus com todo o seu ser: seu coração, sua alma, seu entendimento e sua força (Marcos 12.30,33). Buscar-me-ei, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração" (Jeremias 29.13). O jejum é um meio sagrado de buscar a Deus de todo o coração.
Cristo nos ensinou que, a fim de receber as respostas dos céus, devemos "pedir... buscar...bater" (Mateus 7.7). Cada palavra indica um nível maior de intensidade. O jejum também indica um desejo intenso de buscar a Deus. A ânsia de ver Deus e sua obra poderosa pode ser tão grande que a pessoa perde a vontade de comer. É também possível, mediante o jejum deliberado, intensificar o desejo do seu coração, embora você possa sentir fome física.
5º Jejue como uma disciplina santa da sua alma. Um discípulo de Jesus é um seguidor disciplinado. Hábitos regulares de oração e jejum são uma parte natural da vida espiritual daqueles que o seguem. Eles fornecem um método regular para achegar-se a Deus, examinando-se a si mesmo diante de Deus, e entrando mais plenamente na vida de intercessão. É um método precioso de tomar a sua cruz e seguir Jesus (Mateus 16.24).
Lembre-se de que os métodos apostólicos são ainda válidos hoje. Satanás odeia o jejum, mas Deus dá-lhe honra. Nesta era missionária em que uma igreja militante deve vencer batalhas estratégicas para o Senhor, aceite novamente a estratégia de Deus de acrescentar o jejum à oração
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