sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A Igreja não cresce é culpa do Pastor

A igreja não cresce, a culpa é do pastor!
A igreja não cresce, a culpa é do pastor!

Quantas vezes o pastor absorve a pressão e a responsabilidade pela mingua no crescimento da igreja. Em outros casos assume ser o único e suficiente para tal.
Diante de pressões, indecisões, visões, nascem as mirabolantes estratégias ministeriais para crescimento de igrejas, que em grande parte tem seus conceitos apoiados em pesquisas de antropólogos, sociólogos e etc. Entretanto a melhor forma de uma igreja crescer é continuar sendo igreja, só igreja.
Por conta de uma busca contínua por crescimento uma metamorfose tomou conta da organização igreja, se distanciado de seus princípios, objetivos e missão.

Há quem pense diferente, mas pra mim;.Igreja não é supermercado – não é lugar para comprar bênçãos, pastor não é vendedor ou repositor;
.Igreja não é uma empresa – não há produtos manufaturados, pastor não é gerente, executivo ou engenheiro de produção;
].Igreja não é shopping – não tem obrigação de ter vitrines, não tem obrigação de ter cinemas, não tem obrigação de praça de alimentação, pastor não é manager business;
.Igreja não é circo – não tem que ter espetáculo, pastor não é palhaço ou mágico;
.Igreja não é clube – não há compromisso com pagamentos de mensalidades, igreja não tem sócios, pastor não é zelador;
.Igreja não é SPA – não há motivos para criar programas a fim de agradar ou fazer mimos nos seus congregados, pastor não é massagista (de egos);
.Igreja não é uma bolsa de valores – ninguém precisa dar lances, a salvação não tem valor comercial, pastor não é corretor;

A culpa está no desvio de propósitos, fazer o que dá certo e não o que é certo. O crescimento é com o Espírito Santo. Ah sim, o pastor e a igreja precisam ter intimidade com Ele.

Pr Joel Ribeiro

Um comentário:

  1. Olá Pr. Joel Ribeiro,

    Shalom!

    Concordo plenamente com o nobre companheiro.
    A "concorrência desenfreada" está transformando a Igreja em lugar de satisfação social e não de confrontação com o pecado.

    Parabéns pelo texto.

    Um grande abraço!

    Pr. Carlos Roberto

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